Como é viver em um dos melhores países do mundo

Ilha de Pitt, parte das Ilhas Chatham, na Nova Zelândia, onde o dia nasce primeiro em todo o mundo. Por lá existe uma sensação de estar sempre no futuro, além do fuso-horário (16 horas à frente do Brasil, horário de Brasília).

Qualidade de vida, segurança, felicidade e dos países menos corruptos do mundo. “Aqui a vida é mais simples. As casas não têm muros, não têm câmeras de segurança, horários para andar na rua à noite.”

A ilha da Oceania impressiona turistas de primeira viagem. Cidades modernas e cheias de construções e, ao mesmo tempo, pequenas e perto da natureza.

Em cerca de meia hora, você pode ir do centro de uma grande cidade como Auckland (que abriga mais de ¼ da população da Nova Zelândia) para o campo e desfrutar de paisagens incríveis de montanhas verdes e vulcões inativos. E não é só em Auckland. Todos os centros populacionais da Nova Zelândia ficam a poucos minutos de vistas de perder o fôlego.

Eles confiam no outro

Foto: Reprodução

Em um dos países “mais confiáveis” do mundo, os neozelandeses – que gostam de ser chamados carinhosamente de “kiwis” – levam a sério a tal da confiança. E em todos os sentidos, inclusive na falta de burocracia.

Nos aeroportos do país, não é preciso tantos processos de segurança. Para voos domésticos, o check-in da Air New Zealand (uma das principais companhias aéreas de lá) é o “do it yourself” (ou “faça você mesmo”). É você quem reserva o voo, você quem faz o check-in e emite sua passagem em um dos totens do salão de embarque no aeroporto. Você é quem informa quantas malas vai despachar e as pesa em uma balança ao lado. Também, é quem cola o rastreador em sua bagagem despachada e é você quem despacha a mala. Os atendentes só interferem se alguém pede ajuda ou coloca a mala na esteira de forma errada.



As filas quilométricas não existem para verificar o passaporte e passagem, muito menos para passar pelo raio-x e inspeções rigorosas (não da forma que conhecemos). Depois de despachar a mala, você já está pronto para o embarque. Não revistam sua bagagem de mão e você mesmo quem valida seu tíquete no embarque. Só dentro do avião que uma aeromoça vai verificar se você está no voo certo.

Os procedimentos de segurança são essenciais e levados a sério, mas muitos deles são automatizados e feitos de forma não tão ostensiva do modo que estamos acostumados.

Supermercados

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Alguns supermercados utilizam o “faça você mesmo” na hora de pagar suas compras. Você quem passa cada produto no scanner, confere o preço e paga.

O povo neozelandês, são educados, pontuais e muito confiáveis.

“Aqui a vida é mais simples. As casas não têm muros, não têm câmeras de segurança, horários para andar na rua à noite. As pessoas não perdem tempo e energia se preocupando com essas coisas, burocratizando tudo. É completamente simples e tudo funciona”, disse Rafael Lu, de 43 anos. Ele trabalhou por 15 anos no Itaú, em São Paulo, e decidiu mudar o rumo da carreira.

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“Eles chegam a ser até ingênuos. Eles realmente acreditam no que a gente fala”, conta Bruna Keller, de 26 anos, que mora há cerca de três anos anos em Auckland.

“Minha qualidade de vida mudou muito aqui. Eu chegava a trabalhar 12 horas por dia direto. Em todas empresas que trabalhei aqui, se você faz o seu trabalho no seu horário, ninguém pega no seu pé ou fica vendo se está tudo certo. A relação de confiança é muito grande. Eles confiam tanto que você se sente mal você não falar algo”, completa, Bruna Keller.


Com informações: Huffpost Brasil

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